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Archive for agosto \25\UTC 2009

Monitorando hora de desligamento de servidores Linux.

agosto 25, 2009 Deixe um comentário

Imagine você saindo na sexta-feira de seu trabalho, quando volta na segunda seus servidores estão desligados, e agora? Como saber quando eles foram desligados?

Fiz um pequeno script para que eu saiba a hora exata em que o servidor foi desligado, os passos que darei foram feitos em servidores Debian 5.0 “Lenny”, mas funcionam perfeitamente bem em qualquer distribuição, desde que você adapte os passos.

Crie os arquivos necessários:

# touch /var/log/monitorar.log

# touch /var/log/turnoff.log

# touch /etc/init.d/registro

Adicionei no crontab a seguinte linha:

*/1 * * * * /bin/date > /var/log/monitorar.log

Com esta linha, o comando date será executado de 1 em 1 minuto, e sua saída será adicionada no arquivo /var/log/monitorar.log, note que a linha não será adicionada no arquivo, pois estou utilizando somente 1 sinal lógico “>“, e sim, sobrescreverá o conteúdo existente no arquivo.

Adicionei o script registro no diretório /etc/init.d/ com o seguinte conteúdo:

# vim /etc/init.d/registro

#!/bin/bash

REGISTRO=$(cat /var/log/monitorar.log)

echo “Desligado em: $REGISTRO” > /var/log/turnoff.log

Ele irá ler o conteúdo do arquivo /var/log/monitorar.log e adicionará no arquivo /var/log/turnoff.log, pois quando você reiniciar a máquina, o crontab irá executar a linha do date e sobrescreverá o conteúdo do /var/log/monitorar.log, e não é isso que você quer, você quer saber a hora real do desligamento do seu servidor.

Feito isso, configure o script como executável:

# chmod +x /etc/init.d/registro

E configure para executar no boot:

# update-rc.d registro defaults

Para testar, aguarde 1 minuto, marque a hora atual e reinicie sua máquina:

# date && shutdown -r now

Marque a hora, após a reinicialização, veja se a hora guardada no arquivo /var/log/turnoff.log confere com a hora que você marcou:

# cat /var/log/turnoff.log

Se tudo deu certo, agora você terá a hora exata que seu servidor foi desligado, por qualquer que tenha sido o motivo.

Abraços.

Categorias:Linux Debian Tags:

Bing: Medindo velocidade da conexão no Linux

agosto 25, 2009 Deixe um comentário

Conhecendo e instalando o Bing no Linux

Para entender melhor a função do mesmo, imagine que em sua casa ou na empresa na qual você possa ser um colaborador, umas das ferramentas de comunicação ou de transporte de arquivos pesados é uma prática de prioridade 0.
Empresas de publicidade e propaganda, que utilizam em grande escala o transporte de imagens com uma resolução de extremo tamanho, GIFs animados, arquivos de mp3 etc. Com crescente fluxo de sua rede as conexões de 100MB/s acabam não trabalhando com a mesma proporção e o que valerá é a capacidade de conexão de um ponto ao outro (Host_A <==> Host_B). Ficamos às vezes imaginando qual é o motivo de determinadas variações inexplicáveis em nossa rede na hora de uma transferência de determinado conteúdo.
O Bing utiliza o protocolo ICMP naturalmente, emitindo um pacote ICMP com pedido de resposta e analisa a mudança resultante do RTT. Variando um pouco o RTT, o Bing faz medidas de cada múltiplo que está sendo medido.O envio de pacote pelo Bing só é possível por que ele utiliza o icmp_dev, onde o sistema de exploração não é o único permitido para fazer envio de pacote, naturalmente usaria sockets primários para essa finalidade, mas o Winsock não suporta os soquetes primários (no caso do Windows).

Instalando o Bing no Linux ou em derivados de Unix

O Bing é um programa bem conhecido no mundo open source e muitos administradores de redes o utilizam para seus fins. Um dos objetivos da comunidade de software livre em geral é facilitar a vida dos usuários para que os mesmos não passem parte de seu tempo compilando pacotes, por isso as distribuições de ponta já incluem um vasto “cardápio” de programas em seu mirror.
Com o Bing não é diferente. Ele está bem enraizado em vários mirrors. Para instalar o Bing mostraremos duas formas convencionais que já sabemos. A primeira compilando o pacotes e outra através do mirror padrão.
Para fazer o download do arquivo tar.gz entre na seguinte URL:

http://www.boutell.com/lsm/lsmbyid.cgi/002078vv

A forma de instalação é simples, entre no diretório em que foi feito o download e descompacte o arquivo e de os seguintes comandos:

$ make
# make install

Em meras oportunidades de instalar o Bing através dos mirrors, vale lembrar a distro que está usando no momento, seja ela derivada do Debian ou Red Hat.

# apt-get install bing (para os derivados do Debian)
# urpmi bing (para os derivados do Red Hat)

Após instalado, podemos agora ver algumas de suas utilidades e seu funcionamento. Em muitos casos não são usados todos os seus parâmetros, mas isso não significa que o Bing não seja poderoso. Existem casos que administradores de redes possuem um conjunto de ferramentas específicas para realizar sua tarefas diárias, onde se aplica-se o seguinte ditado popular: “cada caso, é um caso”.

Medindo a conexão

Iniciando então o uso do software, experimente dar o seguinte comando para testar a velocidade de sua conexão:

bing ip_maquina_local ip_gateway

Exemplo:

# bing 192.168.0.168 192.168.0.1

Em seguida de Ctrl+c para que ele possa retornar a estatística, o qual na saída padrão exibirá todos os resultados de sua pesquisa. No final dos resultados será apresentando o valor, ou seja, o tamanho do link.

— estimated link characteristics —

host bandwidth ms

warning: rtt big 192.168.0.168 0.013ms < rtt small 192.168.0.168 0.015ms

192.168.0.1 21.787Mbps 0.121

Esse procedimento é o mais correto para medir a conexão, pois ela mede a conexão real entre dois hosts, ao contrário de alguns métodos que algumas pessoas usam. É possível também determinarmos o tamanho do pacote enviado dando o seguinte comando:

# bing -S 1000 192.168.0.168 192.168.0.1

Cuidado! Não aumente muito o tamanho do pacote porque isto pode provocar a fragmentação/remontagem do IP sobre a ligação para medir o *or* nas ligações intermediárias, ao qual acima as medidas tomadas. Se você permanece abaixo de 1400 bytes, você está seguro (exceto no SLIP lig onde você não deve ultrapassar 1000).
Com a opção -v podemos também verificar tamanho de bytes que são disparados para fazer o pedido de resposta, entendendo que ele joga dois valores para que possa se fazer a leitura precisa, disparando 72 bytes e 136 bytes.
Existem casos em que a medição não será precisa no caso de algumas conexões discadas, por exemplo devido a imitação do hardware.
Em casos de ligações saturadas o bing trabalha medindo rtts, onde na hora da medida haverá um atraso mínimo na hora de fazer a leitura do pacote. Conexões IP/X25 fazem a capsulagem em pacotes pequenos, por isso é muito difícil saber a capacidade “exata” porque o consumo geral pelo pacote do IP não são fixas e não variam com o tamanho de pacote. Entretanto um Bing inteligente poderia encontrar o tamanho encapsulating lentamente aumentando o tamanho de pacote e detectando etapas no RTT.
Sabendo as perdas do pacote em host 1 e em host 2, é possível computar a perda entre os mesmos.
O Bing tem o poder de calcular determinadas perdas, mas vale ressaltar que essas perdas são despresíveis, em relação ao resultado obtido na saída padrão. Está é uma das diversas ferramentas que o mundo de código aberto pode lhes apresentar.

Fonte: http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Bing-Medindo-velocidade-da-conexao-no-Linux

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E-mail sobre gripe traz vírus digital

agosto 16, 2009 Deixe um comentário

Uma nova mensagem que  chega por e-mail, com o pretexto de fornecer informações sobre a Gripe Suína, traz links para sites maliciosos, com a intenção de infectar o computador da vítima com vírus.

090814_1

Esse é um exemplo típico de phishing scam, ou golpe da pescaria, uma isca criada por cibercriminosos para fisgar os desatentos. Típico porque aproveita algum assunto quente no noticiário, mas apesar de bem feitinho, sempre traz alguma inconsistência ou erro gramatical. No caso dessa mensagem, por exemplo há erros de concordância e informações claramente falsas sobre a prevenção da doença.

O outro o e-mail falso, com o título “Gripe Suína – Sintomas, Contágio, Prevenção no Brasil”, finge ser enviado do endereço “exame@globo.com”. A mensagem traz um texto curto e nos convida a clicar em um link com mais informações. Mas esse link, que leva para o endereço “http://gripesuina.notlong.com/” na verdade baixa um arquivo executável que contamina o computador com vírus.

No caso, além do português canhestro e do uso do trema, eliminado com a recente reforma ortográfica, a principal inconsistência vem do falso remetente “exame@globo.com”, já que a revista “Exame” fica abrigada no portal da Editora Abril, e não no da Rede Globo…

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Problema de rede Wireless no Netbook Positivo MOBO 1050

agosto 14, 2009 6 comentários

Comprei um Netbook Positivo MOBO White 1050, o mesmo veio com o Windows XP Home instalado, torci um pouco o nariz pro Windows, mas com o Netbook é mais para minha esposa usar, resolvi engolir.

Em casa possuo um roteador Wireless TP-Link TL-WR541G, com chave WPA2, configurei o Netbook para utilizar o roteador.

Só que, a rede Wireless caía toda hora, era uma verdadeira dor de cabeça, fiz de tudo, desativei o serviço WZP do Windows, instalei o software Boing, atualizei o Firmware de meu roteador e nada.

Já estava desistindo, muito desanimado pela burrada de ter comprado o Netbook, foi então que decidi fazer o mais básico, desinstalar o driver da placa wireless e instalar de novo.

Fui no site do suporte da Positivo Informática, coloquei o número de sério do Netbook, e quando vi, havia uma atualização pro driver da placa Wireless.

Baixei o bendito, desinstalei o que já estava, instalei o novo e pronto, meus problemas terminaram.

Nessas horas que penso… “Já fui melhor…” :/

Então vai a dica, se você estiver enfrentando o mesmo problema, atualize o driver de sua placa Wireless.

Até a próxima…

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Imagem do Ubuntu 9.04 modificada.

agosto 13, 2009 4 comentários

Tentando aproximar mais ainda o Linux do Usuário final, fiz umas modificações na ISO do Ubuntu 9.04, primeiro, pelo Ubuntu ser a distribuição Linux mais utilizada em Desktops (vide DistroWatch: http://distrowatch. com/dwres. php?resource= major), e segundo que, mesmo sendo bem aceita para Desktops, a ISO principal vem sem ferramentas fundamentais para o uso “Instalar e Usar” ou “Out of the Box”, ou seja, vem sem descompactadores, plugin flash, e outras coisas mais.
Isso, para um usuário mais leigo, acaba sendo um entrave, mas, deixando de lero lero, vamos ao que interessa.
Adicionei os seguintes pacotes à ISO:

– Acrobat Reader 9;
– OpenProj 1.4 (equivalente ao MS Project);
– Corretor Ortográfico VERO para o OpenOffice (já contém o novo acordo ortográfico);
– Editor de Diagramas DIA 0.96 (equivalente ao MS Visio);
– Editor de Imagens Vetoriais Inkscape 0.46 (equivalente ao Corel Draw);
– aMSN 0.97;
– aMule 2.2;
– Mozilla Thunderbird 2.0;
– Cliente de FTP FileZilla 3.2;
– Google Earth 5.0;
– Skype 2.0;
– Sun VirtualBox 2.0;
– VLC MediaPlayer 0.9;
– Sun Java 6;
– Adobe FlashPlayer;
– Fontes, inclusive as da MS;
– Codecs para abrir todos os vídeos;
– Descompactadores;
– Alterei o tema padrão de “Human” para “Blubuntu”;

– Atualizado até 12 de agosto de 2009.

A ISO final ficou com 1.1GB, mas você não precisará instalar mais nada (pelo menos de essencial), e lembrando que, programas como o Acrobat Reader, Sun Java e FlashPlayer, são programas proprietários, ou seja, já estão com suas licenças pré-aceitas.
A ISO modificada, junto com o seu checksum, estão disponíveis no endereço http://mike. ceb.unicamp. br/~allan/
Ressalto que, não criei uma distribuição nova, apenas personalizei a do Ubuntu 9.04.

Enjoy it.

Categorias:Linux Ubuntu

Pacotes Multimídia no Ubuntu 9.04 (Jaunty Jackalope)

agosto 12, 2009 Deixe um comentário

O Ubuntu, por padrão, não vem com os pacotes multimídia instalados, logo, você pode ficar impossibilitado de ver uma gama muito grande de vídeos.

Podemos resolver isto com a seguinte ação:

Abra um terminal para adicionarmos um novo mirror no sources.list:

# sudo gedit /etc/apt/sources.list

No final do arquivo, adicione a seguinte linha:

# deb http://packages.medibuntu.org/ jaunty free non-free

Salve e feche o arquivo.

De volta ao terminal, digite:

# sudo aptitude update

Irá apresentar um erro, pela falta da chave pública do espelho do medibuntu, então adicione a chave com o seguinte comando:

# sudo aptitude install medibuntu-keyring

Digite “Sim”;

De novo, dê um update:

# sudo aptitude update

E finalmente, instale os codecs:

# sudo aptitude install ubuntu-restricted-extras

Digite “Sim”, e pronto, os codecs estão instalados.

Categorias:Linux Ubuntu Tags:

Nova interface do OpenOffice.org: a cara do MS Office 2007

agosto 10, 2009 Deixe um comentário

“A equipe do OpenOffice.org está experimentando uma nova interface de usuário para a suíte de escritório, e o primeiro protótipo já foi apresentado. Isso vai se tornar, como era de se esperar, uma questão de amor ou ódio, a causa de pulos de alegria ou grandes decepções e revoltas. O motivo? A interface está a cara do Microsoft Office 2007.

A interface ‘ribbon’ da MS trouxe uma verdadeira revolução neste quesito, mudando uma clássica tradição de menus convencionais. O objetivo era tornar a interface mais prática e fácil aos usuários, através de uma organização em seções, abas e botões, sendo sensível também ao contexto.

A equipe do OpenOffice.org também decidiu seguir os passos dessa inovadora interface, trabalhando em alguns protótipos bem inspirados no Office da MS. Como você pode ver na imagem abaixo, parece uma cópia idêntica na verdade, o que vai gerar muitos comentários, negativos e positivos.

A nova interface está sendo testada com usuários reais, enquanto a equipe trabalha em melhorias, especialmente na organização de ferramentas. Há ainda um longo caminho a ser percorrido, mas uma coisa é fato: é sempre bem saber que a equipe estra trabalhando para melhorar a experiência do usuário.

Se você quiser testar a interface, desde que tenha o Java instalado, poderá fazê-lo aqui: http://tools.services.openoffice.org/impressprototype/impressprototype.jnlp”

Fonte: http://www.guiadohardware.net/noticias/2009-08/4A7B3177.html